quinta-feira, 6 de janeiro de 2011



Quero alguém que queira estar comigo mesmo naqueles momentos que se eu pudesse até eu me deixaria.

O passado já foi

Esse aqui vai pra ti, que tem namorado e morre de ciúmes só dele tocar no nome de alguma ex ou de alguém que ele já ficou. 
Relaxa!
Todos nós temos pessoas com quem já nos relacionamos, e que às vezes por distraçao falamos nelas, afinal fazem parte da nossa história. Se hoje ele está do teu lado é porque gosta de ti, caso contrário ainda estaria com a antiga namorada. Ou ele nao te merece e tá te usando pra esquecer ela, e nesse caso tu quem deve esquecer ele.
Pense um pouco, se por acaso tu falar de algum dos seus ex namorados tu vai estar fazendo para magoar ele? Claro que não, às vezes escapa, e nem por isso tu tá pensando em trocar ele pelo teu ex. Então chega de besteiras e choros por motivos tão banais.
Hoje eu vejo os namoros e me dá medo de namorar e ser assim também. Um dia de calmaria no meio de um mar de brigas. Os casais passam mais tempo discutindo e se magoando do que curtindo um ao outro, e vocês vem me dizer que isso é felicidade? Desculpa então, meu conceito de felicidade é totalmente o oposto disso, tá na hora de rever o que realmente é felicidade pra ti. Chega de frescura, se formos levar tudo ao pé da letra e ficar pensando besteirinhas na nossa cabeça, nunca vamos conseguir ser feliz com alguém de fato.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A matemática da vida

A vida não é como as ciências exatas que existem fórmulas que encaixam em cada situação e dão o resultado certo, a gente tem que ir testando uma a uma e vendo a que melhor se adapta a nós. Sabendo que o erro pode estar logo ali na frente, porque se formos pensar, até com uma fórmula certa corremos o risco de errar, quem dirá sem. Não devemos nunca esquecer que somos todos seres humandos e, como tais, passiveis de erro.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Sobre corações livres

Meu coração está livre. O último morador saiu meio que aos trancos e barrancos, deixando as coisas um pouco bagunçadas e as paredes rabiscadas. Sabes como são esses inquilinos, não? Mas nada que uma mão de tinta e um pouco de tempo não resolvesse.
Se quiseres entrar, repito: está livre! Porém não vazio. Aqui dentro tem um lar que vai te aconchegar legal, pode acreditar.
No entanto, para te deixar entrar preciso saber se vais querer me acolher e vou ter aonde morar também, porque não levei muita fé que o teu tá tão disponível assim. Bati na porta e ninguém respondeu, mas do lado de fora pude notar que ainda tem algumas coisas penduradas no varal. Fiquei na dúvida se são apenas vestígios da última que passou ou se ela ainda está trancada ai dentro.
Só cabe a ti expulsa-la se ai estiver e se assim tu quiser, limpar a casa para eu entrar ou me deixar bater em alguma outra porta que esteja tão aberta quanto a minha.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A última carta

Oi, como tu tá? Não precisa me responder, ou melhor, é mais fácil pra mim se tu não responder.
Sabe, acredito que estou me desligando aos poucos de ti. Tua gargalhada gostosa agora tento me lembrar e nada me vem à cabeça, da tua voz já nem me lembro mais, mas aquele teu jeitinho especial de falar ainda levo comigo, só não sei mais até quando. O teu rosto ainda tá aqui guardado, mas agora estático, como nas fotos que vejo vez ou outra, já não como antes que me lembrava de cada gesto teu e cada expressão facial. Do teu beijo já não lembro faz tempo. Muitas bocas beijei depois de ti, tentando em vão encontrar alguma que encaixasse tão bem na minha quanto a tua. O teu olhar, ah! aquele teu olhar, que em um segundo me arrepiava toda e mesmo sem dizer nada eu sabia tudo que se passava contigo, esse sim eu vou lembrar. Lembrarei também de tudo que já vivemos juntos e tudo que aprendi contigo com muito carinho, só que agora com menos frequência do que antes.
Não estou escrevendo isso pra esfregar na tua cara que te esqueci, isso é minha forma de te dizer que nunca vou te esquecer, só não te lembrarei mais do jeito que era antigamente. Felicidades

sexta-feira, 15 de outubro de 2010


É por te querer demais que te deixo livre pra escolher se me queres também ou não. Só a liberdade da entrega pode trazer um amor sincero.

domingo, 10 de outubro de 2010

Percorro no escuro uma estrada que desconheço quase por completo, tampouco sei se vou saber voltar caso alguma coisa não saia como o imaginado. Ainda está difícil saber se estou andando sozinha rumo ao abismo ou se me acompanhas em direção a um lindo pôr-do-sol. Mesmo assim continuo caminhando sem pressa ou medo de voltar desacompanhada e com os joelhos machucados.